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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A Morte e o Medo.

A Morte e o Medo.
                                      

Tem uma coisa na vida, que não podemos duvidar.

Um dia a mais, muitos a menos



E a Morte virá.



Não tem força, nem saúde,

Não tem fuga, nem saída.

Não tem como escapar.

Um ou outro, por um tempo a dribla.

Um drible da vaca.

Uma corrida maluca em meio a balas

E por um tempo curto ou longo, escapa.

No contrapé da corrida,

Um só tropeço e lá está ela,

Pronta pra te levar.

Não tem fonte da juventude,

Não tem médico, não tem geriatria

Não tem genética,

Não há virtude, não há maldade,

Não há belo e não há feio.

Nada, nada, nada.

Literalmente, nada escapa.

Morte bonita.

Morte sofrida.

Morte bendita?

Simplesmente MORTE.

Com ela convivemos,

Desde que nascemos.

Morre o avô, morre a avó,

Morre o tio, morre a tia,

Morre o pai, morre a mãe,

Morre o irmão, morre a irmã.

SOLIDÃO!!!

Será este o medo da morte?

DESCONHECIDO!!!

Será este o medo da morte?

EXISTIR OU NÃO!!!

Será este o medo da morte?

Com certeza convivemos,

Nunca em harmonia,

Nunca em alegria.

Apreensivos, aguardamos aquele dia,

Em que surgirá o Convite.

Um convite tão especial,

Que não poderemos recusar.

Neste dia diferente,

Todo o medo fugirá,

Pois então conheceremos, o que aos vivos,

Não foi dado o Direito de saber:

O que há do lado de lá?
 


Abraços.

Cláudio Fontes.

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